E eu senti uma enorme vonta de escrever, mas não via tema algum que não fosse tão interessante quanto o Amor! Um sentimento tão pleno e constante, que vive em nós, dentro de nós. Cada um sente e ama de um jeito. Há várias formas de amor, há várias formas de amar... Ama-se por afeto, ama-se por admiração, ama-se porque se sente completo, ama-se por simplesmente sentir uma friozinho na barriga, um pensamento que vai além daquela “ficada”. Quem ama sabe quão é especial e importante esse sentimento. Não só sentido entre um homem e uma mulher, com desejo , mas também amar um amigo, um familiar, um conhecido... Tenho observado as pessoas e tenho visto que o amor, já não é valorizado e respeitado como antes. Penso assim dessa forma, minha opinião não bastaria pra mudar alguma coisa em relação a isso, mesmo assim ainda acho que amar não é uma coisa que seja tão simples assim. Amar é mágico, é tudo que uma pessoa precisa pra quem sabe um dia encontrar a felicidade completa.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Todo mundo sempre procura seu príncipe encantado, alguém que como nos contos de fadas seja perfeito.
A perfeição humana tende a ser muito questionada em todos sentidos possíveis. Ninguém pode ser considerado perfeito, sem tamanhas qualidades, sendo elas internas ou externas. Mas voltando ao assunto do príncipe, pensei em escrever esta crônica com tal assunto citado. Talvez por falta de assunto do cotidiano, por falta de inspiração de minha parte e da sociedade que nada me atrai e me instiga a escrever.
Estive analisando-o, prestando muita atenção no decorrer de quase um
ano. Fiquei calada! Apenas o observava. Ele tão alegre e ríspido, calmo e
exagerado. Tão pouco romântico e apaixonado, mas bastante dedicado aos amigos e
a família. Em termos mais antigos, posso dizer que é um bom rapaz, com todos
seus defeitos é claro. Prestativo quanto aos outros, amável e querido, bastante
popular e conhecido.Certa vez, eu o vi ofender e deixar triste uma pessoa. Por um momento
não o conheci. A tristeza predominou naquele momento, ele a fez chorar por
dentro. Como posso ver tamanha crueldade? Isso é incabível em meus princípios.
Ela não teve reação.Eu o vi em outra
situação melhor, estava ele com seus amigos, feliz a conversar. Não vi tamanha
estupidez em seu rosto, talvez estivesse fazendo a melhor coisa, aquela tal
coisa que preenche o ego da gente. Naquele
momento então percebi que ali era o seu lugar. Talvez pessoas como ele, não
possam ser consideradas como príncipes encantados, românticos apaixonados. Mas
não importa, porque sabemos que estes príncipes encantados não existem são
meros mitos de contos de fadas, que iludem a cabeça e o coração da gente. Nos
faz criar um mundinho, só pra gente de amor, paixão, lealdade, fidelidade e companheirismo.
Mas na verdade o que existem são pessoas que erram pessoas que com o tempo
aprendem o significado do saber amar, do saber viver, do saber de dar valor.
Seria ele talvez um príncipe encantado, por traz de tanto estupidez e orgulho?
Seria ele o meu príncipe perfeito? *-*
Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu.
Caio Fernando Abreu.
Caio Fernando Abreu.
Para alguns é eterno, mesmo que acabe.
Eu estava a lhe esperar. Ansiosa e feliz, pois sabia que ele viria. Nada nem ninguém me fazia sair do pensamento direcionado a ele.
Muitas pessoas passando e nada dele, eu estava mais ansiosa ainda, cada vez mais.
Minutos pareciam horas, o tempo estava mudando, nuvens pretas no céu, relampejava!
Enfim, ele estava vindo, com seu caminhar meio lento e disproporcional. Eu com ar de despreocupada tentava disfarçar que o meu coração se enchera de alegria ao vê-lo.
Entregamos um ao outro seus pertences esquecidos, e quando vi ele estava sentado ao meu lado. Eu fiquei nervosa, pois sabia que algo a mais poderia acontecer, mas logo percebi que era aquilo que eu queria.
Meu coração acelerado, explodindo de tanto amor, felicidade e medo. Medo de recair a aqueles olhares dele, nada discretos e pretenciosos, olhares tentadores envolvidos de lágrimas e emoção. Ele começou a tocar meu rosto e dizer que sentia saudades de mim. Eu sorria. Era minha única reação. Sentia vontade de dizer o mesmo, mas minha voz não saia, de tão grande ternura que predominava em mim.
Não sei se aquilo era um sonho, só sabia que não queria acordar.
Derepente eu senti uma forte dor no peito e ele de imediato perguntou o que estava acontecendo. - Não sei. Acho que é por tua causa, sinto sua falta. Eu respondi.
Ele me abraçou forte e eu comecei a chorar. Nos beijamos, e nos abraçamos muito forte. Desde aquele momento então não consegui mais sair dos braços dele. Ele dizia a todo tempo que me amava e pedia pra mim não sair do lado dele.
Ficamos ali sentados, abraçados até a chuva começar. Ele começou a se sentir mal, então eu fiquei muito preocupada, levei ele comigo para um lugar que tivesse teto, para não nos molharmos.
Ele continuava a não se sentir bem, o vento soprava forte e frio, mas os calor do nosso amor nos aquecia.
Então eu pude ver do outro lado da rua, uma casa abandonada, fomos para lá, pois tinha paredes teto e o frio não entrava de forma que nos deixasse congelados.
Quando ali estavamos, começamos a nos beijar, nos beijar diferente. Como se um calor subisse e nossos corpos se procurassem, se entrelaçavam e queria um ao outro de forma incontrolável.
Fizemos amor ali mesmo. De um jeito espontâneo, meio que estranho, mas muito bom. Uma noite de amor, que eu não consigo esquecer, a todo instante.
O tempo foi passando, e a temperatura melhorando, tinhamos que ir embora, mas a chuva continuava. O fim daquele sonho estava acabando e eu sentia isso perto. Toda aquela ternura e felicidade estava prestes a terminar, mas eu sabia que aquilo iria acontecer de novo, mas não com tanta certeza assim. Talvez em outra vida, talvez ainda nessa. Pois eu creio no nosso amor.
Muitas pessoas passando e nada dele, eu estava mais ansiosa ainda, cada vez mais.
Minutos pareciam horas, o tempo estava mudando, nuvens pretas no céu, relampejava!
Enfim, ele estava vindo, com seu caminhar meio lento e disproporcional. Eu com ar de despreocupada tentava disfarçar que o meu coração se enchera de alegria ao vê-lo.
Entregamos um ao outro seus pertences esquecidos, e quando vi ele estava sentado ao meu lado. Eu fiquei nervosa, pois sabia que algo a mais poderia acontecer, mas logo percebi que era aquilo que eu queria.
Meu coração acelerado, explodindo de tanto amor, felicidade e medo. Medo de recair a aqueles olhares dele, nada discretos e pretenciosos, olhares tentadores envolvidos de lágrimas e emoção. Ele começou a tocar meu rosto e dizer que sentia saudades de mim. Eu sorria. Era minha única reação. Sentia vontade de dizer o mesmo, mas minha voz não saia, de tão grande ternura que predominava em mim.
Não sei se aquilo era um sonho, só sabia que não queria acordar.
Derepente eu senti uma forte dor no peito e ele de imediato perguntou o que estava acontecendo. - Não sei. Acho que é por tua causa, sinto sua falta. Eu respondi.
Ele me abraçou forte e eu comecei a chorar. Nos beijamos, e nos abraçamos muito forte. Desde aquele momento então não consegui mais sair dos braços dele. Ele dizia a todo tempo que me amava e pedia pra mim não sair do lado dele.
Ficamos ali sentados, abraçados até a chuva começar. Ele começou a se sentir mal, então eu fiquei muito preocupada, levei ele comigo para um lugar que tivesse teto, para não nos molharmos.
Ele continuava a não se sentir bem, o vento soprava forte e frio, mas os calor do nosso amor nos aquecia.
Então eu pude ver do outro lado da rua, uma casa abandonada, fomos para lá, pois tinha paredes teto e o frio não entrava de forma que nos deixasse congelados.
Quando ali estavamos, começamos a nos beijar, nos beijar diferente. Como se um calor subisse e nossos corpos se procurassem, se entrelaçavam e queria um ao outro de forma incontrolável.
Fizemos amor ali mesmo. De um jeito espontâneo, meio que estranho, mas muito bom. Uma noite de amor, que eu não consigo esquecer, a todo instante.
O tempo foi passando, e a temperatura melhorando, tinhamos que ir embora, mas a chuva continuava. O fim daquele sonho estava acabando e eu sentia isso perto. Toda aquela ternura e felicidade estava prestes a terminar, mas eu sabia que aquilo iria acontecer de novo, mas não com tanta certeza assim. Talvez em outra vida, talvez ainda nessa. Pois eu creio no nosso amor.
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